terça-feira, 27 de setembro de 2011

POEMA

Esse é um poema escrito por nosso colega Vitor Buaiz:

 Abundância Celestial




Da Janela do Céu(SJ1), com todo o Respeito celestial(ID 11), foi possível observar no Vale do encontro(IG4) um Córrego subterrâneo (B38  ) que seguia por Terreno tortuoso e acidentado(B4). Na direção do Manancial do paraíso(SJ 10) encontrava-se uma Touceira de bambu reunido(B2) .



Ao mesmo tempo, da Janela celestial (ID 1) ouvia-se também o Som do suspiro(B45  ) atingindo o Paraíso(B7) e, ao atravessar a Porta dos fluidos(SJ2  ) sentia-se um Aroma bem-vindo(IG 20) da Lagoa tortuosa(IG 11). Era um convite a se refrescar com a Água profunda (SJ 11)  dos Quatro rios (SJ9) em direção ao Grande Ribeirão (R3  ) que inundou o Vale profundo(E43 ) de Plenitude e abundância (E40 ).



Seguindo o Caminho da consciência(C4) , o Coelho escondido(E 32 )  por trás do Montículo de ouro (BP5) atravessou o Vale do canal (P8 ) pela Grande abertura(P6 )  à procura do Eixo da Terra (BP8).

Logo adiante abria-se a Porta dourada (B3) do Palácio dos ventos (Du 1),  Recebendo as lágrimas (E 1) da Estrela superior (Du 23) sob a forma de chuva que escorria pelo Pilar do paraíso (E 25  ) de Localização celeste (VB 39).



Todo este espetáculo cósmico foi gerado na Mente essencial (V B13) da Plataforma do espírito (Du 10), iluminada pela Clareza brilhante (VB 37) dos raios de Sol e Lua (VB 24) sob a Reverência do vassalo (B 1)



Segurando a campainha VB 39) oculta sob a Cauda do pássaro selvagem (Ren 15 ) este anunciou a Plenitude do homem (E 20) que, finalmente atingiu a Porta da alma corpórea (B 42) e da Alma etérea (B 47).



O Caminho da mente (Du 14) é longo e deve ser percorrido sem Medo e pavor( VB 17), Nutrindo o Velho (ID 6) com a Fonte do Paraíso (PC 2).



Cumpre-se assim, mais um ciclo de Abundância Celestial((ID 17).



Vitor Buaiz (17/12/2004)

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